VulnStrike — nota de segurança do seu site em 30 segundos
- 50+
- Verificações
- ~30s
- Scan grátis
- A+–F
- Nota clara
Cliente
VulnStrike
Setor
Cybersecurity — SaaS / Segurança defensiva
Linha do tempo
Produto lançado · Set 2026
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O desafio
O desafio
VulnStrike resolve a pergunta que todo dono de site tem e nenhuma ferramenta responde em português claro: "meu site tá exposto?" A resposta vem como uma nota de escola — A+ a F — com cada problema explicado e a correção do lado.
DASTs enterprise (Acunetix, Nessus) custam caro e falam inglês técnico; ferramentas gratuitas exigem conhecimento de segurança para interpretar. O dono de site comum não sabe nem se os headers básicos estão configurados. O desafio: transformar dezenas de verificações técnicas em uma nota compreensível, com instrução de correção em português.
A abordagem
A abordagem
A solução foi dividir o scan em dois níveis com uma fronteira de autorização: o scan público é 100% passivo — só lê o que qualquer visitante já vê (headers, DNS, HTML público, certificados públicos). O scan profundo, que testa arquivos sensíveis como /.env e /.git/HEAD, exige prova de propriedade via arquivo .well-known ou DNS TXT. Somado a isso: blacklist de infra crítica (governo, bancos, saúde), guarda anti-SSRF que resolve o DNS e bloqueia IPs privados antes de qualquer requisição, e rate limit por IP no scan anônimo.
A solução
A solução
O produto cobre o ciclo completo de segurança de um site:
- Scan grátis anônimo na home — passivo, sem cadastro, resultado em ~30s
- Nota A+–F com score estilo Observatory e breakdown por severidade
- Scan profundo com verificação de propriedade (arquivo .well-known ou DNS TXT)
- 26 arquivos sensíveis verificados: .env, .git/HEAD, dumps SQL, chaves SSH, actuator, backups
- DNS completo: SPF, DMARC, MX, CAA — com política analisada (não só presença)
- Relatório público compartilhável por link — revogável a qualquer momento
- PDF imprimível com white-label para agências
- Scans agendados (diário/semanal) com alerta de novas vulnerabilidades
- Comparação antes/depois entre scans do mesmo domínio
- Billing Mercado Pago (Pix/cartão) com webhook e ativação automática
- Trial de 14 dias do Pro sem cartão + lifecycle de expiração automático
- Blacklist de infra crítica + SSRF guard — escaneie só o que é seu
- Motor de verificação em lab: pipeline de 16 fases validado — SQLi provada com evidência, não só alerta
- Scan autenticado com sessão capturada — compara automaticamente o que só aparece logado
- Extração profunda de SPA: rotas internas, bundles JS, operações GraphQL e APIs cross-host
Linha do tempo
Como o projeto foi conduzido, do mapeamento ao deploy. How the project was conducted, from mapping to deploy.
Metodologia
Como o projeto foi conduzido, do mapeamento ao deploy. How the project was conducted, from mapping to deploy.
Reposicionamento: framework ofensivo → SaaS defensivo (módulos de exploit removidos do público)
Scanner edge: checks passivos (headers/DNS/certificados) + profundo com verificação
Anti-abuso por design: blacklist de infra crítica, SSRF guard, rate limit por IP
Score estilo Observatory: penalidade por severidade + bônus por boas práticas
Billing Mercado Pago com webhook HMAC e trial de 14 dias automático
Identidade cyan/radar gerada com IA (11 assets) + dogfooding dos próprios headers
Validação: jornada completa em prod — cadastro, scan, relatório público, deep scan verificado
Arquitetura
- → Next.js 15 + React 19 com OpenNext rodando em Cloudflare Workers
- → Scanner pipeline: DNS-over-HTTPS + crt.sh (Certificate Transparency) para recon de domínio
- → Supabase dedicado com RLS — cada scan isolado por tenant
- → Relatório técnico com score, priorização de achados e evidências
- → Mercado Pago para cobrança por scan; Resend + Turnstile para e-mail e anti-bot
Diagrama conceitual — não reflete implementação real
Stack tecnológica
Escolhas técnicas e o que ficou para fora.
Decision log
O que escolhi, o que rejeitei e por quê.
Scan público 100% passivo, profundo atrás de verificação
Por que: Testar /.env e /.git em qualquer domínio sem prova de propriedade é reconhecimento ofensivo — invendável e eticamente errado. A fronteira de autorização é o que separa ferramenta defensiva de arma.
Alternativas rejeitadas: Scan profundo livre com disclaimer (rejeitado — disclaimer não impede abuso); só passivo sem profundo (rejeitado — perde o valor real do produto).
Nota A+–F em vez de lista crua de achados
Por que: O público-alvo não é o pentester — é o dono de site. Uma nota de escola comunica urgência instantaneamente e cria a métrica que o cliente quer melhorar ("tirei D, quero A").
Alternativas rejeitadas: Score 0-100 puro (rejeitado — menos intuitivo); só lista de achados (rejeitado — sem narrativa de progresso).
SSRF guard obrigatório antes de qualquer fetch
Por que: Um scanner que aceita qualquer alvo pode ser usado para mapear rede interna — 169.254.169.254, 10.x, localhost. O scan resolve o DNS primeiro e aborta se o IP for privado/metadata.
Alternativas rejeitadas: Bloquear só strings de IP (rejeitado — DNS pode apontar domínio público pra IP interno); confiar no input (rejeitado — SSRF clássico).
Edge (Workers) em vez de servidor para o scanner
Por que: Cada verificação é um HTTP GET independente — perfeito para fetch paralelo no edge. O limite de 50 subrequests do Workers free forçou curadoria: 26 arquivos de maior valor em vez de centenas.
Alternativas rejeitadas: Node server tradicional (rejeitado — custo e deploy); Cloudflare Queue para scan assíncrono (roadmap — para scans ainda mais profundos).
Motor de prova separado do scanner edge
Por que: Concorrentes reportam 'possível vulnerabilidade'. Nós provamos: o motor de lab executa o pipeline completo (16 fases — crawler, fuzzing, SQLi com evidência, extração autenticada) e só reporta o que é confirmável. É o que sustenta o marketing 'achados verificados'.
Alternativas rejeitadas: Só scan passivo no edge (rejeitado — não diferencia do Mozilla Observatory); sqlmap direto no cliente (rejeitado — exige backend worker, não edge).
Segurança e acesso
Defesa por design
-
Scan público anônimo = somente verificações passivas (headers, DNS, HTML público)
-
Scan profundo exige prova de propriedade (arquivo .well-known ou DNS TXT)
-
Blacklist de infra crítica: governo, bancos, saúde, educação, IPs privados
-
SSRF guard: resolve o DNS e bloqueia IPs privados/metadata antes de qualquer fetch
-
Rate limit por IP (3 scans/dia) + Turnstile quando configurado
-
RLS em todas as tabelas; service role só no servidor; cookies HttpOnly+Secure+SameSite
-
O próprio site responde com HSTS, CSP, X-Frame-Options, nosniff — dogfooding
Lições aprendidas
Nem tudo saiu como planejado.
— A fronteira ética é o feature mais importante: o que diferencia um scanner comercial de uma ferramenta de ataque é exatamente onde ele se recusa a ir. E no edge, o limite de subrequests é a arquitetura — 26 checks curados valem mais que 200 genéricos.
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